quinta-feira, 27 de março de 2014

Periodo Menstrual das Cadelas

O cio é uma das fases do ciclo sexual da cadela, é o período onde ela está pronta para cruzar com um macho e assim procriar. O ciclo da cadela pode ser dividido em 4 etapas:

Proestro: Dura em média 9 dias. É quando observamos um inchaço da vulva, pode ocorrer corrimentos, mas estes devem ser límpidos e sem cheiro desagradável e ocorre também sangramento. Nessa fase podemos observar alterações de comportamento como agressividade.

Estro: É o cio propriamente dito. Esta é a única fase que a fêmea aceita o macho. Nessa fase não temos mais corrimento ou sangramento. É o período fértil da cadela, que dura de 8 a 15 dias após iniciar o sangramento.

Metaestro: É o período da gestação, parto e lactação. Para as cadelas que não cruzaram é geralmente nesse período que algumas podem desenvolver a tão falada gravidez psicológica.

Anestro: É o período de total ausência de cio, seria o descanso sexual.

Como saber que a cadela entrou no cio?

As alterações mais evidentes são o inchaço da vulva e o corrimento ou sangramento. Mas em alguns animais observa-se também micção frequente (a fêmea faz xixi mais vezes) e alterações de comportamento.


Alguns animais apresentam o cio silencioso, isto é, sem qualquer um desses sinais descritos. Nestes casos, a identificação do cio só ocorre quando a fêmea aceita o macho, ou por citologia vaginal ou por dosagem hormonal.





 



Quando minha cadela terá o 1º cio?
 
Normalmente as cadelas tem o primeiro cio entre 6 e 8 meses de vida. Porém pode existir uma variação individual, podendo demorar até 12 a 15 meses para o 1º cio.

De quanto em quanto tempo ocorre o cio?

Na maioria das cadelas, o cio ocorre a cada 6 meses, porém isso pode variar para intervalos mais curtos ou mais longos entre os ciclos. Cadelas idosas tendem a ter um intervalo entre cios maior, porém não existe a menopausa.

Cadela no cio pode tomar banho e passear?

Sim. Não há contra indicações para banhos, tosas e passeios. Mas deve-se ter uma atenção especial para que nenhum macho faça a cobertura e assim ocorra uma gravidez indesejada.

Cadela que cruza no 1º cio pode engravidar?

Desde o 1º cio pode ocorrer gestação. Porém, recomenda-se que o primeiro cruzamento ocorra no 3º cio, pois é quando a cadela está com seu aparelho reprodutivo completamente formado e preparado.

Posso cruzar minha cadela em todos os cios?

A cadela é capaz de engravidar em todos os cios, porém o ideal é deixar que a cadela descanse no cio seguinte ao cruzamento, já que durante a gravidez, o parto e a amamentação existe um enorme desgaste da cadela.

Existe anticoncepcional para cadela?

Se não é de seu interesse cruzar sua cadelinha, castrar é a melhor opção. Medicamentos que interrompem o cio existem, porém o uso frequente dessas medicações podem predispor o animal ao câncer e outras doenças do aparelho reprodutivo.

A castração, além de se evitar o cio e uma gravidez indesejada, diminui consideravelmente as chances de o animal desenvolver tumores de mama e infecções uterinas.

E se você pensa em cruzar sua cadela, antes informe-se sobre os cuidados e custos com a mãe e os filhotes durante e pós gestação e assegure-se de que os filhotes terão destino de confiança.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Medicina Veterinária

A medicina veterinária é uma das muitas áreas do conhecimento ligada à manutenção e restauração da saúde. Ela trabalha, num sentido amplo, com a prevenção e cura das doenças dos animais e dos humanos num contexto médico. Sendo a área de actuação do profissional de saúde animal/pública formado numa Faculdade de Medicina Veterinária ou num Estabelecimento de Ensino Altamente Qualificado.


A medicina veterinária é a ciência médica que se dedica à prevenção, controle, erradicação e tratamento das doenças, traumatismos ou qualquer outro agravo à saúde dos animais, além do controle da sanidade dos produtos e subprodutos de origem animal para o consumo humano. Busca também assegurar a qualidade, quantidade e a segurança dos estoques de alimentos de origem animal através do controle da saúde dos animais e dos processos que visam obter seus produtos.

O médico veterinário, também chamado popularmente de doutor, é o profissional autorizado pelo Estado para exercer a Medicina Veterinária, ocupando-se da saúde animal, prevenindo, diagnosticando e curando as doenças, o que requer conhecimento detalhado de disciplinas académicas (como anatomia e fisiologia) por detrás das doenças e do tratamento - a ciência da medicina - e também competência na sua prática aplicada - a arte da medicina.

Tanto o papel do médico e o significado da palavra variam significativamente ao redor do mundo, mas como compreensão geral, a ética médica requer que médicos demonstrem consideração, compaixão e benevolência perante os seus pacientes animais. Os médicos veterinários podem ser generalistas, isto é, não especializados em nenhuma área específica, ou especialistas, quando especializados em alguma área.
 mportância da Saúde Pública na Sociedade

Com a compreensão pela ciência da origem e propagação de diversas doenças, tendo como vetores animais domésticos ou silvestres, bem como para assegurar a própria integridade física dos animais, a medicina veterinária passou a ser importante coadjuvante nas políticas de saúde pública dos países. A propagação de doenças epidêmicas, humanas ou animais, encontra na instalação de barreiras veterinárias que evitam sua propagação um meio eficaz de controle.

Aliado a isso, um dos campos da Medicina Veterinária que está em grande ascensão é o da Defesa Sanitária Animal, cujos objectivos são justamente prevenir a ocorrência de doenças exóticas, que podem ter graves impactos em saúde pública ou económicos nos animais, e controlar ou erradicar doenças endêmicas.

Actualmente, são reconhecidas mais de cem zoonoses e inúmeras outras doenças infecto-contagiosas dos animais que trazem sérias consequências económicas. Para combate-las, o médico veterinário sanitarista exerce uma Vigilância Epidemiológica activa, actuando directamente no campo e controlando o trânsito de animais, realizando a inspecção dos produtos de origem animal - como derivados da carne, do leite, dos ovos, pescado e mel e procurando sinais de doenças que possam ser transmitidas ao homem ou que possam indicar o estado sanitário dos rebanhos.

terça-feira, 25 de março de 2014

Vacinação



Quais vacinas meu cachorro precisa tomar? E se ele nunca foi vacinado? Quando são essas vacinas? Saiba mais e veja o calendário de vacinação para o seu cachorro.

É importante saber que as vacinas que seu cão deve receber e os intervalos entre as doses devem ficar a critério do veterinário que cuida do seu cão. Aqui no Tudo sobre Cachorros buscamos esclarecer as suas dúvidas e disponibilizar um calendário de vacinação pra você acompanhar as vacinas do seu cão. Indepentemente das vacinas que o veterinário irá aplicar, as vacinas múltipla (V8 ou V10) e anti-rábica são obrigatórias em qualquer esquema de vacinação.

Os cachorros adultos que nunca foram vacinados ou os filhotes que já passaram da época correta de vacinar precisam receber duas doses de vacina múltipla (com intervalo de 21 dias entre elas) e uma dose de vacina anti-rábica. Isso também vale para cães “desconhecidos”, quando não se sabe se foram vacinados um dia.

Além dessas vacinas, existe a imunização contra a leishmaniose ou calazar, uma importante zoonose (doença que pode ser transmitida do bicho para os seres humanos). Essa vacina é aplicada em regiões onde a doença é comum e deve ser antecedida de exames para detectar se o cão já tem a doença.

Não se deve vacinar filhotes com menos de 45 dias de idade, a menos que a cadela que deu à luz aos filhotes nunca tenha sido vacinada, pois as vacinas podem ser inativadas pelos anticorpos passados da mãe para a cria.

Todos os animais domésticos, normalmente os canídeos e felinos, necessitam de uma protecção extra no que diz respeito à sua saúde… e à saúde dos seus donos. Sim, porque um cão ou gato não vacinados correm não só muito maior risco de virem a contrair doenças graves e altamente contagiosas, como também de virem a contrair zoonoses, ou seja, doenças transmissíveis ao ser humano (como é o caso da raiva).

A vacinação de animais domésticos contribuiu, ao longo do século XX, para evitar a morte de milhões de animais, segundo estimam os especialistas. E os donos não devem deixar de vacinar o cão ou o gato contra a raiva só porque esta doença foi já erradicada do país onde vivem, não se registando nenhuns casos na actualidade. Doenças como esta são altamente contagiosas e a raiva, em particular, tem origem em animais como os morcegos ou as raposas. Logo, a vacinação irá também dar mais liberdade ao seu animal, pois ele poderá fazer com maior segurança aquilo de que mais gosta: brincar e passear.

Assim, saiba que as doenças evitáveis através da vacinação são várias, tais como, raiva (sem cura conhecida), leptospirose (altamente perigosa, transmissível a partir de ratos infectados, podendo também contagiar o homem), cinomose (frequentemente fatal e mais comum no Inverno), parvovirose (o animal morre na sequência de diarreias abundantes), coronavirose (semelhante à anterior, mas com um carácter mais benigno), hepatite infecciosa (pode provocar lesões oculares irreversíveis) e gripe canina (extremamente contagiosa entre cães e mais frequente nos dias húmidos e frios). O esquema vacinal clássico previne todas estas doenças, mas, por vezes, o médico veterinário pode considerar que as características do animal ou da região onde ele vive exigem vacinas extra (que previnem doenças como leucemia felina, giárdia ou leischmaniose).

Os animais devem ver a sua vacinação reforçada todos os anos, já que os estudos apontam para a duração da imunidade até um ano. Todavia, saiba que o médico veterinário que trata do seu animal de estimação é que irá decidir a altura certa para a revacinação. Esta decisão será tomada em função do estilo de vida do animal: se é mais caseiro, se é animal de exposição e concursos, se é animal de caça.


Finalmente, saiba que a vacinação, em casos muito raros, e tal como a vacinação administrada em humanos, poderá comportar alguns riscos e mesmo desencadear graves crises nos animais. Mas as ocorrências nefastas são incomuns e a relação risco-protecção ganha maior expressão quando pensamos nos riscos que acarreta um animal não vacinado.

Já sabe: vacine o seu animal, proteja-o e proteja-se!






sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Declaração Universal dos Direitos dos Animais

ADVIRTO DESDE JÁ QUE QUEM CRIOU A LEI FOI A UNESCO


1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.

6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimescontra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.
 
Preâmbulo:
 
Considerando que todo o animal possui direitos;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;
Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;
Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;
Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;
Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,

Proclama-se o seguinte
Artigo 1º 

Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
 
Artigo 2º 

1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais
3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.
 
Artigo 3º 

1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia. 
 
Artigo 4º 

1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito. 
 
Artigo 5º 

1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito. 
 
Artigo 6º 

1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural. 
2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante. 
 
Artigo 7º 

Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
 
Artigo 8º 

1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas. 
 
Artigo 9º 

Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
 
Artigo 10º 

1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem. 
2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal. 
 
Artigo 11º 

Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
 
Artigo 12º 

1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio. 
 
Artigo 13º 

1.O animal morto deve de ser tratado com respeito.
2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal. 
 
Artigo 14º 

1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.



Socializar é a Base do Futuro Comportamento

Ponta Delgada City
As pessoas às vezes são advertidas a não levar os seus filhotes em público até que eles estejam completamente vacinados por medo de que o cachorro pegue alguma doença. Mas os tempos mudaram e a maioria dos médicos veterinários, treinadores, criadores e especialistas em comportamento recomendam que você começe a socializar o seu cachorrinho cedo. É mais provável que um cachorro não-socializado tenha problemas de comportamento a longo prazo do que que ele fique doente ao interagir com outros cães.






 

Você deve sim balancear o risco médico com os riscos comportamentais, razão pela qual áreas não controladas, como parques para cachorros e praias devem ser evitadas até que o cachorro esteja totalmente vacinado. Mas o risco de socializar seu cachorrinho em um ambiente controlado onde os cães não correm soltos, é mínimo.

Idade - A melhor idade para se socializar um filhote é entre dois e quatro meses de idade. Após quatro meses de idade, a janela da socialização começa a se fechar e é muito mais difícil incluenciar a opinião e atitude de um cachorrinho.

Por exemplo, se um cachorro não é exposto ao tráfego antes de quatro meses de idade ele pode ficar tão paralisado com medo das imagens e sons que caminhar numa rua da cidade pode ser impossível ou, na melhor das hipóteses desconfortável. Se o cachorro é exposto ao tráfego antes de quatro meses de idade e introduzido de uma maneira positiva, ele terá muito prazer em caminhar ao longo de uma rua da cidade, porque foi um encontro positivo. O treinamento do comportamento do cachorro deve começar cedo na sua vida.


Contato Humano - Pesquisas sobre comportamento de cães descobriram que cães filhotes que ficam isolados de contato humano entre cinco e doze semanas de idade nunca são capazes de reagir normalmente às pessoas mais tarde na vida. Esta idade é o período "sensível" de um cachorrinho e as semanas do período sensível, podem variar. Certifique-se que o seu animalzinho tenha muitas experiências positivas de contato humano durante este tempo.

Então, onde e quando você começar a fazer a sua socialização?


Comece em casa - Assim que você trouxer o seu filhote pra casa, visite o veterinário para checar a sua saúdo. Se estiver tudo bem, começe aclimatizando seu filhote aos sons, cheiros e paisagens do seu novo ambiente - a sua casa. Depois de alguns dias saia pela cidade e começe o seu programa de socialização.



Na cidade - Carregue o seu cachorro pela cidade, traga várias guloseimas, e peça a quem quiser conhecer o seu cachorro para oferecer-lhe uma surpresa. Não ponha seu filhote no chão ainda, mas carregá-lo é perfeitamente seguro. Você quer que seu cachorro pense que a ruídos altos, odores engraçados e cidadãos bobos andando pelas ruas é perfeitamente normal!


Tráfego - Uma sirene de bombeiros passa por vocês? Dê uma guloseima e pareça feliz! Caminhão ou Autocarro? Dê uma guloseima e aja como bobo! Isto vai fazer com que o seu cachorro se acostume com todos os ruídos e coisas potencialmente assustadoras que ele ou ela irá se deparar inevitavelmente. Se você expuser o seu cachorrinho a sons de tráfego de rua de uma forma positiva (com guloseimas e alegria), ele vai ficar confortável andando na rua com você.Crianças. Se você não tem filhos, é importante que você procure as crianças, para que você possa socializar o seu cachorrinho. As crianças são mais imprevisíveis e que têm movimento rápido das mãos. O cãozinho que não são expostos a crianças podem ter medo delas.

Situações assustadoras - Tenha cuidado para não dar muita atenção se o seu cachorrinho ficar com medo em uma situação que é normal. Se uma bicicleta passar correndo por você e seu cachorrinho, você será tentado a tranquilizá-lo dizendo que "está tudo bem, você está bem, tudo bem". O que o seu animalzinho pode muito bem se ouvir é, "Bom rapaz, mamãe adora quando você fica com medo, por favor, continue!" É melhor simplesmente recompensá-lo com uma guloseima e seguir em frente. Quando a próxima bicicleta passar por perto, ofereça uma recompensa alimentar para o cachorro para que ele redirecione seus pensamentos do medo para a recompensa. Cachorrinhos valorizam alimentos, então, não tenha medo de oferecê-los como recompensa.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012


        Os cães fizeram adaptações incriveis, para se tornarem o que são hoje na relação entre a especie e principalmente entre o Homem bem como no ambiente, onde moramos: Cidade;  Campo; Moradia, ou Apartamento...
        A especie Canina veem-se severamente obrigados a serem flexiveis nas suas vidas sociais, tamanho e aspecto.
        Nós os modificamos, geneticamente muitas vezes errôneamente, para
Satisfazer, os nossos caprichos, emocionais, de status quo, ou por apenas pela beleza da raça, ou porque o vizinho ou amigo tem um igual, ou porque a raça “X” está em voga no mercado. Ignorando completamente a sua herança ancestral, a sua origem.
        Temos por exemplo os Terriers que para muitos são um mimo, um animal de companhia excelente (não estou a dizer que não são), mas porque existem donos que se surpreendem e ficam desiludidos, com a raça porque tem o quintal todo cheio de covas? Não se informaram que esta raça mágnifica, bem como tantas as outras tem a sua função que é inato vem no sangue, pois foram “Criados, transformados” para a caça de texugos e raposas, fazendo-os escavadores natos..
      Esquecem ou nem querem saber que o Labrador Retriever, não é um cão de guarda, mas sim um excelente companheiro de brincadeira, e um buscador nato, cão que o seu meio natural é a água, mas porque oiço gente que se queixa, que o seu Labrador atirou-se para a piscina nova, ou para o mar rio ou barragem? Se faz parte da sua HERANÇA genética?
Existem raças para quase todas as situações dois factos inegáveis o cão é o melhor amigo do Homem impossivel viver sem um ou dois, na nossa vida pois muitas vezes são eles que nos acarinham e nos levantam o astral para cima, mas com mais de 360 raças escolha com cuidado a sua para poder propocionar o tempo o espaço e a alimentação e treino correcto. Pergunte-se para que precisa de um cão? E o seu cerebro dará a resposta, para companhia, para guarda etc... dentro das respostas informe-se no mundo Canino qual a melhor para si. Cuidado com falsos criadores, pergunte sempre quanto tempo são criadores da respectiva raça, cuidado com gente que cria 3 ou mais raças, pouco saberão de cada uma. Exija do criador uma consulta geral de um Veterinário(a) á sua escolha com o seu novo amigo de quatro patas, exija a caderneta de saude actualizada, e se possivel o chip electrónico já no animal.